Os impactos emocionais da infertilidade



Os sentimentos negativos relacionados à infertilidade podem afetar as pessoas de diferentes formas. Muitas vezes é difícil tomar a decisão de procurar ajuda e, como consequência, os impactos do sofrimento vai aumentando. Os medos e as inseguranças muitas vezes provocam um efeito paralisante. E o estado de choque inicial que pode causar traumas se não for cuidado, causa o ciclo de negação, confusão, temor, tristeza, culpa, hesitação e inquietação. Fisicamente, o corpo também é afetado em consequência dos efeitos do estresse, que libera hormônios e afeta o equilíbrio da saúde e imunidade.

Neste contexto, o setting psicoterapêutico possibilita tratar de forma mais abrangente todos os conflitos despertados pela situação de infertilidade. No geral as abordagens da psicologia com ênfase clínica visam auxiliar as pessoas diagnosticadas como inférteis a lidar com os medos e as angústias, assim como ajuda a refletirem sobre as decisões que deverão tomar em relação aos tratamentos, proporcionando acolhimento emocional e suporte psicológico em cada etapa da jornada para a realização do sonho da gestação.

É essencial cuidar do emocional durante o tratamento de Reprodução Humana.


Ao iniciar o tratamento de reprodução humana os pacientes entram em um mundo completamente novo e lidam com realidades nunca enfrentadas antes. Neste cenário desconhecido, o maior desafio é expressar as dúvidas e as inseguranças que surgem sobre as opções apresentadas pelo especialista em reprodução humana. Isso afeta o momento de tomar decisões, entender e ser parte do processo de conseguir engravidar. Silenciar os sentimentos e dúvidas pode provocar sofrimento e isolamento do casal, dificultando ainda mais o processo emocional a ser superado. Assim, o principal objetivo do atendimento psicológico é oferecer ao casal um local seguro, livre de julgamentos e um profissional qualificado para intervir quando necessário, onde possam se sentir apoiados para encarar os inúmeros desafios que essa jornada traz. Diante desta fase, a dica fundamental é respeitar o que você sente. Permita-se ter o direito de viver e expressar o que se passa em seu interior. Lembre-se que seus sentimentos importam e tenha em mente que somos todos imperfeitos. Porém, podemos trabalhar de forma que compreenda e aceite o seu jeito de ser e de se relacionar com o outro e ter a melhor experiência possível nesta jornada.


Se estiver passando por uma situação como essa ou conhecer alguém que precise de apoio psicológico ou emocional, oriente a pessoa no sentido de buscar ajuda profissional ou agende uma consulta e vamos conversar melhor!


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